terça-feira, 10 de julho de 2012

No MMqD, com ternura

Ontem, justamente ontem que um texto meu estava lá no Minha Mãe que Disse, minha internet me boicotou. Computador offline, a divulgação só sai agora. Antes tarde, que nunca.

É uma repostagem onde proponho uma educação com ternura, mesmo em momentos difíceis como a prévia dos terrible twos, mesmo com uma imensa barriga grávida.

Quem ainda não conferiu, passe .

5 comentários:

Barbara disse...

Adorei o texto quando vc postou da primeira vez, e continuo achando otimo.

A unica coisa que eu talvez discorde eh que acho que as vezes a crianca faz coisas erradas porque esta pedindo para saber onde os limites estao. Esta pedindo para levar uma bronca (com ternura, numa boa. Mas uma bronca que deixe claro ate onde ela pode ir).

Mas concordo totalmente que o mais importante eh manter a calma e lembrar que a crianca nao esta fazendo malcriacao "de sacanagem" - eh a unica maneira que ela tem de dizer algo.

(e eu detesto o termo "terrible twos." O povo na Inglaterra adora, e para mim esse rotulo eh soh mais uma das maneiras de demonizar e antagonizar a crianca, criar um "guerra" que nao deveria existir... Jonas nao tem "terrible twos." Ele as vezes dah uns chiliques, porque esta aprendendo a lidar com frustracao, coisa dificil ate para a gente. Soh isso :)

baxt.net/blog

Dany disse...

Opa! Tô correndo lá pra ver!

Lorena Coelho disse...

Adorei o post, principalmente a diferença de paciencia com a calma. E hoje mesmo minha filha só tendo 8 meses procuro ter calma. Você me inspirou a criar um blog também para documentar essas coisinhas pequenas hoje mas que daqui uns podem ser completamente esquecidas. Obrigada Lia

Lilá disse...

Oi Lia! Meu nome é Fernanda e futuramente serei mãe de dois. Acompanho seu blog já tem muito tempo, mas sempre fiquei enrolando pra comentar. Mas esse post... eu tinha lido ele no blog quando nem passava pela minha cabeça ser mãe de dois. Nem imaginava que isso poderia acontecer comigo. Reler no MMqD ontem foi fundamental pra eu parar, respirar e pensar no que tá acontecendo na minha casa, filho e marido. Seu relato é muito lindo e muito, mas muito emocionante. Às vezes me pego na internet meio perdida, lendo, lendo e lendo e sei lá. Qaundo uma coisa te arrebata assim, te desarma. Obrigado, Lia.

Em tempo: João tem 13 meses e eu tô grávida de seis meses do André. Um beijo grande pra você e sua família linda!

Fernanda disse...

Oi Lia, sabe que amo este post, viu? Realmente ele merece ser divulgado. Então olha, te digo que este tipo de criação é o que permeia minha vida.
Meu pai disse que eu sou assim porque meu filho é bom, porque ele é santo. Mas o que veio antes, o ovo ou a galinha? será que ele não é um menino extremamente meigo e calmo por JAMAIS ver exemplos de violencia vindo das pessoas referência, nós os pais? Ontem voltando para Portugal sozinha no avião com meu filho em francos "terrible two" ao lado de uma mãe com uma menina da mesma idade. Võo noturno, 22:00, horário máximo de irritabilidade de uma criança e eles só foram baixar as luzes as 2:00 da manhã. Claro que as crianças ficariam irritadíssimas. Eu antevendo toda a cena procurei acalmar ao máximo o Antonio, distraí-lo cantando músicas, contando histórias, permitindo que ele desse umas voltinhas pelo avião. E a mãe do meu lado? Dando trancos na menina gritando "Chega, estou cansada! Perdia a paciência!! DORME agora!!" A menina berrou mais e mais, um filme de terror. Super compreensível. Porque é chato mesmo! Mas se é chato para nós ficar 10 horas num avião imagina para eles!
Por causa de pessoas como vc que ainda venho ver os blogs, viu Lia! Certamente vc foi uma das pessoas que me guiou para o caminho de criação que eu achava certo, mas que encontra pouco eco na nossa sociedade que adora se entregar ao "NANA NENE" ao "eu mando, você obedece". !!!
Beijão

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