domingo, 18 de março de 2012

Depois da UTI...

Emília nos visitando já no quarto do hospital.

video

E Margarida hoje.

video

sábado, 17 de março de 2012

Oxigênio

Os dois elementos vitais para o organismo humano são glicose e oxigênio. Dentro do útero, o feto não come e não respira - a mãe faz isso por ele. Ele nasce e continua sendo nutrido pela mãe, não mais pela placenta, mas pelo seio. Contudo, a primeira separação é inevitável: ele tem de respirar. Sozinho.

+++

Segunda-feira à noite. Margarida vem de alguns dias com sintomas de gripe, provavelmente adquirida da irmã. Mas como parecia estar melhorando, nos limitamos a manter a limpeza do nariz em casa e tentar contatar por telefone o pediatra, que viajou, cancelou a consulta que era pra ter sido no fim de semana e remarcou-a para a terça-feira seguinte. Achamos que daria pra esperar.

Mas, na segunda à noite, o incômodo dela, a tosse, a respiração chiada, começam a me incomodar demais. E, pela primeira vez, seu corpinho esquenta e acende o alarme. Peço pro marido contatar o pediatra substituto. Descrevemos os sintomas e ele recomenda o pronto-socorro.

Em poucas horas, estamos instalados na UTI pediátrica. Minha bebê de seis meses com quatro fios/tubos conectados a ela: eletrodos, acesso venoso, oxímetro e oxigênio. As bombinhas do pronto-socorro não foram suficientes para limpar totalmente o pulmão e garantir uma respiração autônoma. Bronquiolite, me dizem que se chama. Pneumonia, felizmente, não.

+++

O coração pequeno, o rosto molhado e um pensamento: queria ligá-la novamente à placenta e respirar por ela.

Mas o seio ainda está aqui. E nele ela seguiu grudada até a UTI, para espanto de todos.

+++

Foram três dias de UTI e mais dois no quarto. Finalmente, estamos em casa. Feliz por ter reunido novamente minha família, que ficou quase uma semana partida ao meio. Cansada, exausta, eu diria, mas com a necessidade de contar.

+++

Contar.

Do abraço que recebi de uma amiga, pediatra intensivista, numa noite de solidão. Há tão pouco tempo havíamos começado a nos relacionar e ela soube aparecer no momento em que eu mais precisava, como se me conhecesse há séculos, como se tivesse ouvido um chamado sem voz.

Na UTI pediátrica só é permitido um acompanhante, e como eu sou o alimento de Margarida, tive de dormir lá todas as noites, com os apitos dos monitores, as luzes acesas (UTI jamais fica no escuro), o choro chiado dos outros bebês. E comecei a pirar. Ouvir apitos nos sonhos. Margarida, irritadíssima com tanta luz e barulho, incomodada com o acesso venoso, estressada.

E eu chorando, me sentindo totalmente abandonada, quando chega uma médica com um jaleco de outro hospital procurando pela filhinha de uma amiga. Como um bálsamo ela chegou.

Contar do acolhimento da família, das horas sofridas, mas deliciosas, ao lado da minha cunhada e meu sobrinho, que moram ao lado do hospital e abriram a casa para eu tomar banho, dormir e comer.

Do amor por crianças e pais desconhecidos, que dividiam a sala caótica com Margarida, separados apenas por cortinas. O bebê prematuro que já tinha 10 meses mas ainda não respirava adequadamente, e estava na UTI desde janeiro. O bebê que teve bronquiolite com apenas um mês e precisou ser entubado. E o menino de quase três anos, Down, que teve um colapso no intestino e teve de passar por duas cirurgias em 24h. E os pais, os avós, a noite toda velando por essas crianças.

E do peito. O peito, que aparece repetidas vezes no relatório médico: "criança foi internada mamando no seio materno"; "criança mamando em livre demanda"; "criança mamando com mais frequência". Como um sinalizador de vida.

Me disseram que muitas crianças com bronquilite são proibidas de mamar devido ao estresse sobre o pulmão. O bebê fica cansado, ofegante. Mas deixaram Margarida mamar. Deram um voto de confiança àquele bebê gigante.

Muito mais teria de contar. Da tarde deliciosa de ontem, com minhas duas pintinhas reunidas no quarto da pediatria, Emília cantando e batendo palmas e Margarida brincando sentada sem apoio, como se nunca tivesse sido internada. Das saudades de Emília e do aperto que senti quando a vi bem mais magra. Das crises que ainda estamos vivendo, porque Margarida ainda está sobressaltada depois de tanto estresse e Emília passando por uma saudade confusa. Das milhões de outras crises que atingiram nossa família nos últimos meses.

Mas conto apenas da Graça. A mesma Graça que trouxe Margarida ao mundo.

Sua ira dura um momento; seu favor a vida inteira; de tarde vem o pranto, de manhã gritos de alegria.

Sl 30:5

Deus seja louvado.

segunda-feira, 12 de março de 2012

Escolha do local de parto: um direito da mulher

A Rede pela Humanização do Parto e Nascimento (ReHuNa) elaborou, sob a coordenação da Dra. Melania Amorim, uma petição pública por um debate cientificamente fundamentado sobre local do parto.

As propostas da petição são:

Que seja aberto um debate cientificamente fundamentado sobre local de parto, com a participação de governo, organismos internacionais e sociedade civil – movimentos de mulheres, conselhos profissionais, associações corporativas, movimentos populares e outros.

Solicitamos, de antemão, que esse debate seja organizado pelo Centro Cochrane do Brasil, organização reconhecida por sua integridade científica, que tem por objetivo ajudar as pessoas a tomar decisões baseadas em informações de boa qualidade científica na área da saúde.

Sugerimos que esse debate tenha como objetivo a regulamentação da assistência extra-hospitalar ao nascimento, com a elaboração de protocolos baseados nas mais atualizadas evidências científicas, permitindo incrementar a segurança e monitorar os desfechos maternos e perinatais, oferecendo a mais ampla gama de alternativas para as gestantes e reforçando a ideia do protagonismo feminino no parto.


Vocês podem assinar aqui: http://www.peticaopublica.com.br/PeticaoVer.aspx?pi=petparto


obs.: Nos campos de preenchimento facultativo houve um erro e aparece "Paraíba". É só deixar em branco.

domingo, 4 de março de 2012

Fala, Emília

Ópolis

Depois que Emília viajou pra "Pirinópeles", ela agora brinca com os "ótulos", anda de "ticítolo" e desenha com o "lápilis".

Argumentando 1


Ela volta da creche e quer mamar.

- Emilinha, primeiro você vai ao banheiro.
- Não, eu telo mamá pimêlo.
- Não, meu amor, primeiro tem de ir ao banheiro.
- Mas mamãe, Emi não vai fazê xixi em cima de você!

Argumentando 2

Levando Margarida ao pediatra, numa consulta de emergência, à noite:

- Emilinha, você vai ficar aqui em casa enquanto nós vamos levar Margarida ao médico. A tia Lídia vai colocar você pra dormir.
- Não, eu telo ir também!
- Mas meu amor, vai ser chato, vai demorar, você não vai gostar.
- Não, eu telo tentar!

Argumentando 3

- Emilinha, tira essa faca da boca.
- Massss Emi tá tomano tuidado!!

Argumentando 4

- Emilinha, não faz isso.
- Masss Emi tá fazeno!

Machista?

- Tadê o papai?
- Tá montando o inalador.
- Você não tonsidiu (conseguiu) montá?
- Não.
- Putê você é mulhé?

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Desfraldada, e agora desmamando!

Emília está oficialmente desfraldada. Há uma semana não temos nenhum xixi na calça, cocô sempre no vaso ("putê faz balulio") e até a fralda noturna já foi aposentada. Agora a próxima etapa da transição bebê-criança: o desmame.

Algumas pessoas têm me perguntado como está sendo a amamentação de Emília depois que Margarida nasceu e como estou vislumbrando o desmame.

Como a maioria de vocês que me acompanha já sabe, decidi manter o aleitamento durante minha segunda gestação e um pouco além, de modo a cumprir pelo menos os dois anos recomendados pela OMS e pelo Ministério da Saúde. Isso porque Emília tinha apenas 11 meses quando engravidei novamente, e considerava que meu leite ainda era um alimento muito importante pra ela - especialmente porque somos vegetarianos aqui em casa e optamos por não oferecer carnes a ela até ela ficar maiorzinha e poder fazer suas próprias escolhas.

Durante o segundo trimestre da gestação de Margarida, meu leite praticamente secou e ofereci pela primeira vez laticínios a Emília: queijo e iogurte natural orgânicos. Ela amou.

Nessa época teria sido fácil desmamá-la, porque quase não havia leite e o interesse dela pelo mamá diminuiu. Mas insisti porque, para mim, ela ainda era muito pequena para prescindir do meu leite - e eu não queria ter de oferecer uma grande quantidade de derivados do leite de vaca para suprir a necessidade de proteína animal. Valeu a pena, e logo veio o colostro e o "remame".

Emília, que estava mamando só duas vezes ao dia, passou a mamar três vezes ali pelos seus 18 meses. Quando Margarida nasceu - Emília tinha 1 ano e 8 meses -, foi a festa do leite. Emília parou até de aceitar o café da manhã, de tão cheia que ficava depois do mamá matinal.

Passada a turbulência inicial, comecei a colocar ordem na casa. Estabeleci horários para as mamadas - sempre depois das refeições, porque era tanto leite que começou a interferir no apetite dela - e o limite de três mamadas diárias (porque ela começou a pedir mais). Meu objetivo era tirar a terceira mamada alguns meses antes de ela completar dois anos, mas não rolou. Ela não estava pronta, e talvez eu também não.

Em janeiro, bem pela época do aniversário dela, marido de férias, nocauteei a terceira mamada. E ela completou dois anos com dois mamás ao dia. Tirei a da tarde, e ficamos com o peito de manhã e à noite.

Como à noite ela mamava depois da janta, depois ainda tomava banho e lia historinhas antes de dormir, não havia uma associação do peito com o sono noturno. E ela começou a pedir tanto pra voltar a mamar de tarde que fizemos um acordo: ela mamaria à tarde, mas não mamaria mais à noite. Ela entendeu direitinho e não pedia mais. Então continuamos com duas mamadas, mas em vez de manhã e noite, ficamos com manhã e tarde.

Daí li um post da Kelly sobre o desmame da Clara, que é pouco mais nova que Emília, e resolvi dar um upgrade no nosso desmame (ou um downgrade nas mamadas). Só que em vez de tirar a mamada menos importante pra Emília, como era o lógico de se fazer, cortei aquela que era a mais chata pra mim: a matinal.

Foi uma decisão arriscada, já que Emília NUNCA tinha deixado de pedir peito de manhã. Mas nossa rotina não estava legal: ela acordava 5h, ficava berrando até as 6h (quando eu liberava o peito), daí dormia até 7h30-8h e era aquela correria pra ir pra creche. Como tomava café da manhã tarde, chegava lá e não comia o lanche.

Então conversei com ela, expliquei que aquele mamá não estava mais legal, que estava atrapalhando o sono de todo mundo e que agora, em vez de mamar, ela comeria iogurte com aveia (A comida favorita dela). E não é que deu certíssimo? Foi bem mais tranquilo do que quando eu tirei a terceira mamada do dia. Ela passou a acordar definitivamente às 6h-6h30 para tomar logo o café da manhã, e agora conseguimos deixá-la na creche às 8h. Além disso, expliquei que agora ela ia mamar só uma vez por dia mas que em breve ela não mamaria mais. Ela parece ter compreendido bem.

Então agora ela só mama à tarde, quando volta da creche (já almoçada). Foi a mamada que ela escolheu como mais importante, e não está mais atrapalhando nenhuma refeição. Nos fins de semana, essa mamada ajuda Emília a dormir o soninho da tarde (que estava bem complicado). Estamos felizes, por mais um ou dois meses, quando nos emanciparmos de vez.

O que concluí do nosso processo de desmame:

- não existe isso de que criança que mama até dois anos não vai desmamar mais nunca, que você vai ter de passar catchup ou batom vermelho no peito ou coisa do tipo. Criança de dois anos conversa e entende, além de estar mais madura para essa separação da mãe. Então um desmame após os dois anos pode, sim, ser feito com suavidade para mãe e criança. Claro que alguns pares mãe-bebê demoram mais que outros a estarem prontos para essa etapa, mas, como disse o Dr. José Martins Filho certa vez em sua coluna no blog da Paloma, é melhor a criança mamar até três ou quatro anos do que não mamar.

- é importante que a mãe esteja segura sobre sua decisão para que o desmame funcione. Enquanto você hesitar, a criança vai resistir. Quando você mergulha de cabeça, eles costumam embarcar junto. A insegurança pode ser por várias razões - no meu caso, se Emília estaria bem nutrida sem o meu leite. Resolvi esse problema enriquecendo a dieta dela.

- é importante também ter espaço para negociações e regressões. Claro que nós somos as mães, e temos de orientar o processo. Mas temos de ouvir nossos filhos e nos deixar guiar por eles. No meu caso, deixei que Emília trocasse o mamá da noite pelo da tarde. É bom definir os pontos que são inegociáveis e manter certa flexibilidade em outros.

- quando possível, o desmame progressivo é mesmo a melhor opção. Quando tirei a mamada matinal de Emília passei o dia com os seios inchados e doloridos (mesmo com minha Margaridinha bombeando). Imagine desmamar de uma vez uma criança que mama três ou quatro vezes por dia?

- conversa, muita conversa sincera. Não se pode subestimar o potencial compreensivo e colaborativo da criança.

- e, finalmente: colo, muito colo - que é pra criança saber que perdendo o peito ela não está perdendo a mãe.

Bons desmames (ou mames, ou remames) para todas!

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Puerperiologia

Se tem uma especialidade que a medicina deveria incluir é a puerperiologia - palavra que acabei de inventar e que designa a ciência do puerpério, o nosso conhecido pós-parto.

Vejam só: você engravida e passa 9 meses sendo paparicada pelo obstetra. Se for primeiro filho e você tiver uma graninha, ainda entra o nutricionista, o massagista, o professor de pilates, todos ao seu dispor. E se você escolheu um pré-natal e um parto humanizados, você ainda terá uma doula e uma parteira e/ou médico humanizado para te acolher e ouvir todos os seus anseios. Resfriou? Liga pro GO. Chorou, estressou, deprimiu? Liga pra parteira, chora as pitangas pra doula, pras colegas do grupo de apoio, da hidro ou da ioga. Grávida é rainha.

Daí você pare e vira a mãe do(a) fulaninho(a), com muito orgulho, com muito amor. E aí passa a frequentar o pediatra uma vez por mês, bem como o posto de vacinação. Bebê fez cocô mole, fez cocô duro, vomitou, nariz escorreu? Liga pro pediatra.

O bebê passa a ser o centro das atenções, enquanto você lida com as dores da cicatriz da cesárea, da episio, ou mesmo de um períneo íntegro, mas ainda sensível pelo parto natural. E com a dor da apojadura, quem sabe também de algumas fissuras no mamilo. Mas tudo bem: no primeiro mês, o GO ainda está ao seu dispor.

Então passa o primeiro mês e você desloca a grana pra pagar o pediatra e aquela vacina acelular. Nada mais de doutor particular pra você. Resfriou? Segura as pontas com mel, gengibre e soro fisiológico - que lactante não pode tomar antialérgico. Ou então vai a um otorrino do convênio que nunca te viu mais gorda (literalmente) e tenta explicar pra criatura que você não pode tomar esse ou aquele remédio e que, não, seu filho ainda não desmamou.

Depois do primeiro mês você também deixa de ser oficialmente considerada puérpera. E dá-lhe gente conversando com você sobre assuntos para os quais seu cérebro, afetado pelas altas taxas de ocitocina e prolactina, não dá a mínima. E o tal do baby-blues? Querida, se você está deprê depois do primeiro mês do seu filho, é hora de entrar no tarja preta. Ou desmama logo esse parasitinha e vai espairecer, viajar com o marido, sair pra balada, que ninguém merece ficar nesse estado.

Dia desses estava conversando com uma amiga que tem um bebê de quatro meses, resolveu dar uma pausa na carreira e está feliz da vida entre livres mamadas e passeios de carrinho pela quadra. Ela diz que o marido - super bem intencionado - vive arrumando passeios pra eles, combinando de sair com a antiga galera, com o argumento: "Não vou deixar você ficar assim!". Ela ri. Assim como? É o meu momento, diz ela. Momento de introspecção, de ficar em casa, de lamber a cria, de se alienar da realidade. Que, pra uma puérpera, se reduz àquela criaturinha banguela.

A medicina do pós-parto está completamente voltada para a criança. Claro que a criança é o ser mais frágil da relação, e merece, sim, cuidados atenciosos - deve ter seu crescimento e desenvolvimento monitorados de perto. Mas o que parece que os médicos (os educadores e a sociedade em geral) esquecem é que, para uma mãe saudável, seu filho é a coisa mais importante do mundo. E que uma mãe saudável é a pessoa mais capacitada para cuidar daquela criança.

Situação bem comum: o bebê não está ganhando peso adequadamente. A maioria dos pediatras não sabe orientar a mãe quanto ao aleitamento e, completamente incapazes de encontrar a raiz do problema e auxiliá-la, recorrem aos leites artificiais. As fórmulas para lactentes - assim como a cesariana - foram invenções que salvaram muitas vidas. Mas, em muitos casos, são receitadas sem que seja feita uma tentativa séria de salvar a amamentação (que, conforme a OMS e o Ministério da Saúde, é o melhor para a criança).

E que tal se a mulher, nos primeiros dois anos de vida do seu filho, tivesse um profissional de saúde para acompanhá-la? Alguém que entendesse de amamentação, de psicologia, de puericultura, de educação? Alguém que soubesse que medicamentos uma lactante pode tomar e que pudesse atender a puérpera em suas crises de saúde, evitando prontos-socorros e internações que afastam a mãe do filho? Alguém que pudesse ouvi-la quanto às crises emocionais que, necessariamente, sucedem o nascimento? Enfim, alguém que a amparasse para que ela pudesse exercer a maternidade da forma mais saudável possível - o que, invariavelmente, teria uma influência altamente positiva no desenvolvimento da criança?

Sonhos, sonhos...

Este post eu dedico a mim mesma, nesse meu 30o aniversário, com 5 meses de parida e, sim: ainda puérpera!

+++

Na verdade, o ideal seria um profissional que nos acompanhasse ao longo de toda a gestação, parto e pós-parto, como a Tia Brida, enfermeira da minha querida amiga Cíntia na Suécia. A Cíntia começou as consultas com a tia Brida ainda na gestação. Foi ela que ouviu as lamúrias da Cíntia quando ela teve problemas com amamentação e sinais de depressão pós-parto e é ela que, quase dois anos após o nascimento da Beatriz, recebe novamente a Cíntia para dar orientações sobre os cuidados com uma criança dessa idade.

+++

Para mais reflexões sobre o puerpério, recomendo a leitura do livro "A maternidade e o encontro com a própria sombra", da psicoterapeuta argentina Laura Gutman.

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Antes tarde que nunca...

Todo mundo já deve ter visto, mas hoje fui tricotar lá no Mamatraca, adivinhem sobre o quê? Dêeeer, fraldas de pano, sempre elas! Muda de assunto, Lia!

Tá, da próxima vez você me chama pra falar sobre parto, tá, Rô?, que é pra todo mundo ver que eu sou super politemática.

Blog Archive

Seguidores

 
Blog Design by Template-Mama.