sábado, 23 de janeiro de 2010

11 dias

Pediatra

Com dez dias, Emília fez ontem a primeira visita ao Dr. Pediatra. Além de já ter recuperado o peso do nascimento, ganhou mais 370g! Uma combinação do super leitinho de mamãe com as habilidades de mamona da minha filhota. E cresceu 3cm. O pediatra duvidou: “Vocês estão encostando bem a cabeça dela na régua?” Medimos de novo e é isso mesmo: Emília tem 51cm e 3,570kg. Estamos na livre demanda, e tem funcionado muito bem.

Umbigo

Emília já é gente grande. Hoje de manhã, na primeira troca de fraldas, o coto umbilical tinha caído. O Rafael perguntou se eu queria guardar. Credow! Detesto guardar pedaços humanos! “Mas amor, então vamos enterrar!” Disse que se fizesse tanta questão que enfiasse na terra da hortelã. Acabou desistindo e o coto seco foi mesmo pro lixo.

Moacir

Basta você chegar com um recém-nascido em casa pra choverem ligações pro Moacir. Deve ser porque antes não ficávamos em casa durante o dia e os enganos acabavam sem ser atendidos. Ontem ligaram procurando a Neuza, que aparentemente vende uns lotes no Gama. Alguém conhece?

Passeios

Ontem Emília saiu pela segunda vez desde que voltou do hospital. Quinta ela tinha ido conosco na obstetra e depois na casa da vovó Luzia. Ontem foi pediatra e de novo casa da vovó. Dormiu a tarde inteira – acho que o efeito carro tem algo a ver. Mas nada que atrapalhasse o sono noturno da nossa anjinha. Graças a Deus.

Agora, lugares públicos, fechados e cheios de gente, só com um mês. Ordens do Dr. Pediatra.

Cocô

Depois de todo aquele papo sobre a minha cocofobia e dos comentários que diziam que cocô de recém-nascido não fede, continuo com a mesma opinião: cocô é nojentão e fede sim, mesmo o da minha linda filha. É claro que eu acho super engraçado quando o cocô voa na cortina, mas cheiroso ele não é.

Meleca de nariz

Às vezes, quando ela está mamando, noto uma melequinha dentro do nariz. Não penso duas vezes: pego um cotonete e removo delicadamente a gosminha. Hoje o Rafael me perguntou: “Não é melhor deixar? Meleca é bom, protege.” E aí? Tira, bota, deixa ficar?

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Usando, não usando e testando

Algumas coisas comprei e não usei; outras não comprei e decidi esperar para ver se eram realmente necessárias. Já outras estão em fase de testes.

Cinta e calcinhas pós-parto - não usando

Usei uma semana e aposentei. Me davam a sensação de pós-operada, de doente, sei lá. Guardei a cinta no armário, resgatei as calcinhas antigas e estou me achando linda. Muito bom pra evitar o baby blues, que já estava começando a aparecer.

Chupeta - não usando

Não comprei porque a princípio sou contra. Mas sei que existem bebês sugadores e que em algumas ocasiões, e com sabedoria, a chupeta pode ser usada. Ocorre que me esqueci completamente da existência da chupeta desde o nascimento da Emília. Sinceramente, não sei em que horas ela poderia usá-la. Quando chora de fome, é fome mesmo. Ela pega o peito, suga, engole e, quando acaba, larga. Penso que se eu usasse chupeta com ela eu simplesmente ia confundir todos os sinais que ela me manda quando está incomodada. E uma coisa que tem acalmado nossa boneca quando nada parece estar errado é uma conversa olho no olho. Nossa voz tem um poder incrível sobre ela. Então nessa eu acertei, pelo menos por enquanto.

Concha protetora para seios - não usando

Não comprei e não precisei, graças a Deus. Meus mamilos estão ótimos.

Cueiros - usando

Lembram da história dos cueiros (aqui e aqui)? Pois eu acabei comprando quatro. É porque com esse calor dos infernos não estou conseguindo usar nenhuma das minhas lindas mantinhas. Então, como o cueiro é mais fresquinho, estou usando isso pra cobri-la à noite. E custou 5 reals cada. (Ah, não estou usando o truque de enrolar o bebê no cueiro porque senão Emília ferve, coitada).

Fraldas de pano e fraldas descartáveis - testando

Por enquanto estou usando mais as descartáveis. É que as fraldas dos EUA ainda estão um pouco grandes, o que tem causado alguns vazamentos. Elas também são um pouco quentes, e o verão parece não ser a melhor época para usá-las. Já das fraldas de pano nacionais, tenho uma só de recém-nascido que usei umas três, quatro vezes e aprovo. Ela já, já vai ficar pequena, e talvez eu compre mais. Quanto à lavagem, isso não é um problema. É tanta coisa suja por dia que não faz diferença mais as fraldas pra pôr na máquina. Enfim, acho legal colocar o bebê em contato com uma fralda de pano pelo menos uma vez por dia e vou continuar tentando.

Babá eletrônica - usando

Colocamos a Emília pra dormir no quarto dela desde o primeiro dia em casa. Deu um pouco de dor no coração, porque no hospital ela dormia conosco no quarto. Mas acho que foi a melhor coisa que fizemos. Ela fica no berço a noite toda, e também durante as sonecas mais longas do dia. Só nos levantamos uma vez de madrugada para dar de mamar, e eventualmente quando ouvimos um barulhinho mais forte de golfo pra checar se ela não se engasgou ou se não está muito suja. Enfim, nós três temos dormido super bem e ela parece estar desenvolvendo sua independência para dormir sozinha. Sem a babá eletrônica, ficaria difícil.

Sling - testando

Comprei o sling e tentei colocar Emília nele pela primeira vez há uns quatro dias. Ela chorou imediatamente e eu tirei. Achei que o sling estava pequeno e fui checar de novo as instruções. Cheguei à conclusão que o tamanho era aquele mesmo e fui tentar de novo. Ontem foi a 3a tentativa, ela ficou sem chorar por alguns segundos mas ainda não parece confortável apertadinha e no escuro. Como sou brasileira e não desisto nunca, vou continuar tentando e vou dar uma pesquisada pra ver se estou fazendo alguma coisa errada. Queria muito que desse certo, porque me parece a forma mais prática de carregar um bebê em distâncias e espaços pequenos demais pra circular com o carrinho.

Por enquanto é só...

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

A cinta

Se você não usar a cinta pós-parto:

a) Seus órgãos vão ficar fora do lugar pra sempre e sua barriga vai ficar caída.
b) Tudo voltará ao normal, mas mais lentamente do que se você usasse a cinta.
c) Não vai fazer diferença nenhuma; a cinta é só pra você parecer menos barriguda em público.

Detesto essa cinta.

+++

Galera, valeu pelos comentários. Neste momento a cinta está indo para a gaveta por tempo indeterminado. Acho que minha auto-estima deve ser boa demais, porque me acho mais gata sem ela, honestamente. Faltam só 3kg pro peso pré-gravidez, minha gente!

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Mais notícias

Vou ter de ir postando igual Jack, o Estripador. Aproveitem o relato de ontem.

domingo, 10h12

A continuação da história é que ela fez um mega cocô gigante enquanto mamava, que escorreu pelo meu corpo inteiro. Ainda com fome e nada feliz com o estado porqueira total, obviamente que chorou. Em resumo, com o caos pra limpar, dar banho, vestir e por de volta no peito o mais rápido possível, a bichinha chorou de lágrimas. Detalhe que eu estava de cinta, que também foi devidamente batizada com cocô. E pra tirar a cinta? Jesuis, por isso eu detesto cinta e já estou achando minha barriga super saradona sem ela (rárá!).

E foram esses os ataques de choro da nossa santinha. E enquanto ela fica quietinha no carrinho ali no outro quarto sendo observada pelo marido e pela sogra (de visita esse fim de semana), aproveito pra tentar fazer um resumo do que aconteceu nos últimos 5 dias.

Parto

Meu parto foi muito difícil, cheio de complicações, e merece ainda um relato detalhado.
(11h40 – volto de nem lembro mais o que que eu fiz, mas com certeza uma mamada está entre essas coisas. Agora Emília dorme no carrinho ao meu lado.)

Em resumo, foram 6h30 de trabalho de parto ativo e foram necessárias várias intervenções para que ela chegasse ao mundo por parto normal. Emília nasceu depois de uma hora presa no canal, enrolada no cordão e tendo aspirado mecônio. Passou a noite na UTI pra se recuperar.

Mas valeu a pena. A opção de continuar tentando parto normal até o fim, mesmo com tanta coisa que foi dando errado ao longo do trabalho de parto, foi minha. E minha médica – especializada em gestação de alto risco – permitiu que eu fizesse essa opção, monitorando o tempo todo para garantir que não houvesse sofrimento fetal.

Digna de nota foi uma enfermeira MARAVILHOSA que me acompanhou durante toda a tarde até as 20h30, quando Emília nasceu. Ela me tranquilizou o tempo todo, disse que nós íamos conseguir, que eu ia dilatar. Andou comigo o hospital inteiro, acocorando comigo a cada contração e me ensinando a empurrar. Foi uma verdadeira doula. Sem ela, eu não teria conseguido jamais.
E o Rafael também foi incrível. Substituiu a enfermeira depois que ela lhe ensinou como me ajudar e acompanhou o parto inteiro. Viu todos os cortes, viu a médica rodando a Emília no canal, viu a cabeça dela ainda lá dentro, viu ela nascer. E garante que ainda me deseja. E disse que amou ter acompanhado tudo.

Recuperação

Boa, mas os pontos ainda doem. A episio foi necessária porque Emília teve de ser rodada manualmente da direita para a esquerda para poder descer. Mas a médica disse que meu períneo estava resistindo bem – o que prova que vale a pena a preparação. Tive um pouco de inchaço nas pernas ontem, mas acho que forcei demais. Hoje me pus de cama e está uma delícia.
Amamentação

Uma sensação. Como disse antes, o início foi super tranquilo, com Emília pegando bem e sem fissuras.

Agora estou passando pela fase teoricamente mais difícil, a apojadura. Mas tudo continua correndo bem. Ontem ela mamou o dia inteiro e amenizou demais o desconforto das mamas cheias. À noite é que é mais difícil, porque ela dorme igual pedra e o peito enche. O que nos leva ao próximo tópico.

Sono

Ela parece saber diferenciar claramente o dia da noite. Mama bastante de dia (ontem foi 10, 15min a cada uma ou duas horas. Ela esvazia o seio super rápido), fica um pouco acordada e tira boas sonecas. Até hoje (5o dia), dormiu todas as noites. Ontem foi nanar às 21h e só levantou hoje às 7h. Tive de acordá-la de madrugada pra que não ficasse mais de 6h sem mamar. Alguém quer? Não dou!! Rárá!

sábado, 16 de janeiro de 2010

Notícias dos primeiros dias

Olá...Na hora do almoço a Lia havia pedido para eu postar esse post para vocês, mas novamente fiquei tão entretida na minha leitura de Crepúsculo que demorei d+ e pelo visto ela já deu outra passadinha por aqui....

Ela pediu para falar que ela completaria o post mais tarde, pois ela foi interrompida com a chegada dos sogros dela e a eminente necessidade da Emília de mamar :-) Ela falou que continua a achar a Emília um anjinho de bebê...

----
Texto Lia
----
Mais linda que a maior lindeza do mundo. Mais perfeita que a maior perfeição do mundo. Mais adorável do que o ser mais dócil que existe. Mais boazinha que um bebê anjo. Com vocês, Emília: o bebê santo.

Ela quase não reclama. A checagem de fraldas tem de ser feita com frequência, porque ela não se queixa (a não ser que seja um cocozão). Até já começamos a usar as fraldas de pano porque fica bem mais fácil ver quando ela faz xixi.

Também é preciso sempre conferir se ela não está um pouco mais geladinha ou com a testa úmida, porque as queixas de frio ou calor são sutis demais. Impossível perceber se você não estiver olhando pra ela.

Ela mama com perfeição. Pegou meu seio com maestria desde a primeira mamada, ainda na UTI. Eu, desajeitada, demoro algum tempo até conseguir colocá-la na posição correta. E ela, pacientemente, vai batendo a cabeça no peito enquanto isso, com a boca aberta, metendo a testa no mamilo, sujando a bochecha de colostro, mas sem desistir jamais. E quando pega, suga delícia. Foi delícia desde a primeira vez. Nunca doeu, e estou aqui com os bicos dos seios inteirões.

Não vou dizer que ela não chora, e não é capaz de um ataque de berros – até porque senão ela não seria saudável. Mas é sempre culpa dos outros!! Haha! Na nossa mão, foram dois. Um na última madrugada no hospital, quando meu leite desceu. Dei o peito pra ela meia-noite, e ela mamou quase meia hora. Tendo-o largado voluntariamente, ela golfou e fomos colocá-la pra dormir. Depois de um tempinho acordada, resmungando, ela foi gradativamente aumentando a queixa até começar a se esgoelar incansavelmente. Supondo que ela já havia mamado o tanto que ela queria, eu e o Rafael pensamos em tudo o que poderia ser. Trocamos a fralda, demos colo, até que depois de mais ou menos uma hora eu tive a brilhante ideia de oferecer a ela o outro seio. Pois ela abocanhou o peito que parecia um bezerro. E mamou avidamente até capotar. Foi acordar só lá pras 8h30.

Ao longo do resto da noite eu percebi umas dorezinhas nos seios, e de manhã me dei conta que a descida do leite tinha começado. E foi por isso que ela precisou mamar mais naquela noite. Aí eu desandei a chorar, falando como ela era boazinha e como a gente tinha feito ela sofrer à toa. Faz parte.

O outro ataque de choro foi ontem, depois de voltarmos do hospital. Em resumo: Emília mamando, começa a soluçar e golfar ao mesmo tempo, [interrompemos nossa programação para checar um resmungo, verificar uma fralda suja de cocô, fazer a troca com direito a mais cocô e xixi no trocador, limpar, dar banho, vestir, dar de mamar e fazer golfar. Retorno mais ou menos duas horas depois com ela cheirosa no berço, olhão aberto, quietinha. Ops. Cara de choro. Acho que quer mamar de novo. Rafael acha cedo. Moi, non. Mamas cheias. Lá vou eu]

Li os comentários

Pessoal, amei os comentários, obrigada mesmo. Só agora que fui ler, assim como a postagem da minha irmã. Tô cheia de coisas pra contar; a Lídia deve passar aqui mais tarde pra dar uma palhinha. Aos poucos eu volto. Minha filha é um amor.

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Nascimento da Emília



Hoje de manhã recebi uma ligação do Rafael (marido de nossa bloggueira), falando que a Lia havia pedido para eu informar no blogger dela o nascimento da Emília... Meus olhos brilharam com a tão sonhada oportunidade de escrever no super mega ultra pop Blogger da Lia.... mal podia acreditar, pois em tempos anteriores qualquer pequeno comentário inocente que eu postasse era reprimido com veemência e, agora, liberdade total...Concluí que ela só podia está lelé da cuca, depois de tantos hormônios liberados no tão demorado parto e que eu deveria aproveitar essa oportunidade única antes que ela recobre seu Eu original...

Ontem, às 3:00 horas da manhã, Lia começa a sentir contrações. Às 4:00, ela acorda o Rafael e liga lá para casa para falar com minha mãe (lembro remotamente de ter sido incomodada no meio da madrugada com o barulho do telefone, pessoa incoveniente ligando a essa hora ;-) )... Umas 6h45, minha mãe me acorda falando que estava indo para o hospital que a Lia ia se internar para ter neném...Acordei meio atordoada enquanto minha mãe saia de casa para ir ao hospital, estava com muito sono pois havia dormido tarde lendo Crepúsculo....Me arrumei e fui para o hospital e pra minha surpresa a Lia estava em pé ao lado da recepção, do lado da médica de olho puxado, que parecia jovem de mais para ser boa como haviam falado (esses asiáticos nunca envelhecem). Pensei que encontraria ela gritando deitada numa maca tendo o filho, mas aparentemente a vida não é tão emocionante como minha imaginação.

Fui para o trabalho e fiquei o dia inteiro distraída aguardando notícias do nascimento pelo celular.

10:15 - TRIM..TRIM...
Lídia (eu): Alô
Mamãe: A Lia esta com contrações muito fracas e a Lia ta com medo de quererem dar algo para acelerar as contrações...Tchau
Tuuuuuuuu...Tuuuuuuuu..

12:50 - Fui para casa almoçar...
Mamãe em casa: A Lia esta no hospital fazendo exercícios para aumentar as contrações...acho q vc não deve ir lá até que eu autorize...
Pensamento em minha cabeça: Para uma pessoa tão baixinha ela é muito petulante...

15:00 - TRIM..TRIM... (Já de volta no trabalho)
Lídia: Alô
Papai: A médica está cogitando fazer uma cesariana, não sei ao certo o motivo... A Lia ta chorando pq não quer fazer....
Pensamento: Nossa, meu pai é quase tão incompetente para passar recado quanto eu...Coitada da Lia, tão pequenininha...não quero que cortem a barriga dela... (A Lia é bem menor que eu, branquinha do cabelo preto, qd esta calada até parece uma pessoa boazinha e indefesa).

17:30 - TRIM..TRIM...
Lídia: Alô
Mamãe: A Lia esta tendo contrações fortes de 2 em dois min e esta gritando muito alto...a médica disse que o colo do útero dela esta rígido d+ para sair o nenem e a médica vai da uma anestesia para ver se amolecia...
Pensamento: Finalmente um ponto positivo do gentil convite de minha mãe de não ir ao hospital...pelo menos não ia ter que ouvir os gritos ensurdecedores que só minha irmazinha pode produzir.

19:30 - TRIM..TRIM... (Já em casa, contrariada, mas obediente às ordens que minha mãe havia me dado)
Lídia: Alô
Mamãe: A Lia foi para a sala de parto não sei se vai ser parto normal ou cesariana...

20:40 - Papai gritando em casa após receber ligação da minha mãe...Ela nasceu, ela nasceu...parto normal...todo mundo esta bem...

Fomos ao hospital e depois de um tempo a Lia e o Rafael chegaram ao quarto, sem a Mimi que ia ter que ficar de observação a noite toda porque engoliu algumas secreções no processo do parto difícil. Mas nada para se preocupar. O Rafael estava com os olhos esbugalhados de tanto chorar (meu cunhado é super sensível, ele chorou muito no casamento de emoção e não era de se esperar que com o nascimento da Emília fosse diferente), enquanto a Lia estava com um rosto angelical, super atenta a tudo e um temperamento blasé desconhecido por minha pessoa.

That's all folks...

Seguidores

 
Blog Design by Template-Mama.